Saque e Voleio

Categoria : ATP Finals

O um-dois-três de Djokovic
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Alexandre Cossenza

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Novak Djokovic é campeão do ATP Finals uma, duas, três vezes. O tri veio nesta segunda-feira, com uma maiúscula vitória em cima do número 1 do mundo, Rafael Nadal: 6/3 e 6/4. Um triunfo cujo placar não faz justiça à superioridade do sérvio, que teria vencido com facilidade ainda maior se não cometesse um punhado de erros não forçados depois de abrir 3/0 na primeira parcial. Um resultado que coroa o perfeito pós-US Open de Nole, que não sofre um revés desde Nova York. E mais do que isso: deixa o número 2 a menos de mil pontos da liderança do ranking.

Na real, a final do torneio londrino foi daquelas vitórias, como diz o ditado, “simples como um, dois três”. E por três motivos básicos. A devolução é o primeiro e mais nítido deles. Nole é o melhor devolvedor de saque do circuito, e todos sabem disso. Com seu primeiro toque na bola, tem uma capacidade absurda de tomar o controle das trocas de bola. Foi assim com Nadal desde o início. O espanhol pouco respirou nos games de serviço. Em alguns momentos, encaixou saques ótimos e logo viu-se na desconfortável posição de precisar se defender dos ataques do oponente.

E aí entra o segundo motivo. Djokovic foi muito superior no saque. Nadal fez um “verão” perfeito nas quadras duras, mas desde o US Open não tem conseguido a mesma combinação de precisão e velocidade no fundamento. Sem isto, vira presa fácil para o sérvio – como a maioria dos outros tenistas.

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Nesta segunda, o número 1 tentou duas táticas diferentes e sofreu em ambas. No primeiro set, arriscou mais e acabou errando mais. Fez quatro duplas faltas, encaixou apenas 58% de primeiros serviços e facilitou a vida de Djokovic. Na segunda parcial, Nadal optou por porcentagem (86%), embora com potência reduzida. A estratégia foi brilhante contra Federer, que pouco ataca nas devoluções – muito menos com o backhand -, mas não deu resultado contra o sérvio.

Por outro lado, Djokovic pode se dar o luxo de arriscar mais no primeiro saque, já que Nadal tende a posicionar-se bem atrás da linha de base para rebater o segundo serviço. É aí que o terceiro motivo faz a diferença: mesmo que o espanhol consiga um bom ataque na devolução, Nole é um defensor superior neste tipo de quadra. Nadal é fantástico deslizando no saibro, mas não consegue o mesmo resultado em pisos sintéticos.

Nos duelos em quadras rápidas, a diferença é enorme. Com a consistência e as belas defesas de Djokovic, o número 1 acaba precisando sair da zona de conforto. Tenta agredir e acaba correndo mais riscos. Quando não acerta bolas incríveis (como fez no quinto set em Roland Garros), dá ainda mais confiança para que o sérvio jogue com mais paciência, esperando a hora perfeita para atacar.

Sabe quando Floyd Mayweather Jr. (perdão, fãs de MMA, minha praia é o boxe) encaixa uma sequência de três (ou mais) golpes tão rápidos que o adversário mal consegue ver de onde vêm? O um-dois-três de Djokovic é tão letal quanto. A diferença é que o circuito inteiro sabe o que separa o sérvio do resto. Só que, assim como no boxe jogado por Money, ninguém consegue encontrar uma resposta.

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Sem ir na toalha (para ler em até 25 segundos):

– Não que seja novidade, mas um número destes não pode ser esquecido: Djokovic acumula, agora, 22 triunfos consecutivos. Sua última derrota foi justamente diante de Rafael Nadal, na decisão do US Open.

– Mal sai de Londres, Djokovic corre para Belgrado, onde disputará a final da Copa Davis. Ele, Janko Tipsarevic, Ilija Bozoljac e Nenad Zimonjic vão enfrentar Tomas Berdych, Lukas Rosol, Radek Stepanek e Jan Hajek.

Coisas que eu acho que acho:

– Durante a semana, Rafael Nadal reclamou algumas vezes do fato de o ATP Finals ser disputado sempre em quadra dura e indoor, o que nitidamente reduz suas chances de levantar o troféu. O espanhol alega que seria mais justo um revezamento, com o torneio sendo alternado em saibro, quadra dura outdoor, etc.. Tudo bem, é uma opção, digamos, democrática, embora tenha tom de chororô porque vem de um tenista que nunca foi campeão. O grande problema seria implantar esse revezamento. Com o ATP Finals disputado uma semana depois do Masters de Paris, jogado em quadra dura e indoor, não seria estranho forçar os oito melhores do mundo a mudar de piso assim, sem tempo para treinar? Duas coisas, ambas muito ruins, poderiam acontecer. 1) Alguns dos oito melhores deixariam de jogar em Paris. Em vez disso, ficariam treinando no piso do Finals. 2) Quem jogar o Masters francês e precisar disputar o Finals, por exemplo, no saibro, não vai conseguir mostrar seu melhor tênis. Em qualquer caso, todo mundo sai perdendo. A não ser Nadal, que teria mais chances com o torneio na terra batida…


Lágrimas em dobro
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Alexandre Cossenza

Quem não se empolga ou se emociona com um belo jogo de duplas só pode ter um coração um tanto amargo. Este post, no entanto, é para quem sabe apreciar a modalidade. Nesta segunda-feira, David Marrero e Fernando Verdasco conquistaram o título do ATP Finals graças a uma atuação brilhante contra Bob e Mike Bryan: 7/5, 6/7(3) e 10/7.

Até aí, tudo bem. O bacana mesmo veio na cerimônia de premiação, quando Marrero não conseguiu segurar as lágrimas e precisou da ajuda do parceiro. Verdasco tomou o microfone e explicou que o avô de Marrero morreu há exatos dois anos, por isto a vitória seria dedicada a ele. Veja no vídeo!


A melhor final possível
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Alexandre Cossenza

Rafael Nadal x Novak Djokovic: o melhor de 2013 contra o melhor do momento. E Londres verá, nesta segunda-feira, o jogo que todos esperavam desde o início do torneio. Os dois estão invictos no ATP Finals e jogam por 500 pontos que não mudam o ranking atual, mas vão pesar um bocado na briga pela liderança em 2014. Tipo de jogo que nossa imprensa futebolística chamaria de jogo de 1.000 pontos (um soma 500, o outro deixa de somar 500).

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Nadal garantiu seu lugar primeiro. Depois de passar pelo Grupo A com vitórias sobre David Ferrer, Stanislas Wawrinka e Tomas Berdych, o espanhol enfrentou na semifinal seu grande rival, Roger Federer. E o duelo deixou a desejar, nem tanto por ser uma apresentação fantástica do líder do ranking (porque não foi), mas porque o ex-número 1, a cada dia que passa, encontra mais dificuldades para igualar a consistência e a competência de Nadal e Djokovic. E nem questão de resistência física. Não são necessários quatro ou cinco sets para que Federer deixe evidente sua irregularidade. Em qualquer jogo, é fácil enxergar os sinais.

Neste domingo, o suíço começou arriscando e fugindo dos ralis. Até deu certo por algum tempo. No sexto game, teve três break points. Em um deles, errou uma direita fácil. Em vez de 4/2 e saque, o suíço permitiu que Nadal igualasse. Três games depois, o espanhol quebrou. Federer mudou e tentou trocas mais longas. Deu certo, e a quebra foi devolvida, mas a “nova” estratégia também teve vida curta. No 5/5, Federer voltou a falhar. Perdeu outro serviço e, na sequência o set.

A segunda parcial foi mais do mesmo. Federer tentou variações, incluindo aí um par de subidas à rede, mas Nadal sempre teve as respostas certas. Usou bolas baixas, forçando o oponente a voleios difíceis, e sacou quase sempre no backhand no suíço. O número 1 não cedeu mais nenhum break point e, com duas quebras, deu números finais ao duelo: 7/5 e 6/3.

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Sobre a segunda semi, não dá para falar muito, a não ser elogiar pela enésima vez o belíssimo tênis apresentado por Djokovic no fim da temporada. O 6/3 e 6/3 exibido pelo placar ao fim do encontro mal refletia sua superioridade. O sérvio é, desde o fim do US Open, o melhor tenista do circuito, tanto que não perde desde a final contra Nadal em Nova York. De lá para cá, já são 21 triunfos consecutivos. Um deles, em cima do próprio Rafa Nadal, na final do ATP 500 de Pequim.

Se querem minha opinião, Nole é o favorito aqui – e as casas de apostas concordam. Nem tanto pelas condições do torneio, que, é bem verdade, ajudam o jogo do sérvio, mas pelo momento. Alguém pode até argumentar que Nadal venceu suas partidas com mais facilidade até agora, perdendo apenas um set (contra três de Djokovic), mas é irrefutável que o número 2 do mundo teve de encarar um caminho muito mais complicado, com Federer e Del Potro na primeira fase.

E se algum jogo deve servir de base para que tomemos como exemplo do que esperar na final, acredito que a semifinal deste domingo, como Wawrinka, foi a partida que realmente mostrou o quão afiado está o sérvio. E isto não é uma notícia nada, nada boa para o número 1 do mundo. Aguardemos.

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Coisas que eu acho que acho:

– Foi de partir o coração a derrota de Bruno Soares e Alexander Peya diante de Bob e Mike Bryan. Brasileiro e austríaco jogaram muito bem do começo ao fim, com uma primeira parcial fantástica de Peya. A diferença? Um pontinho vencido no match tie-break pelos irmãos: uma passada dificílima, de dentro para fora, executada por Bob Bryan quando o placar mostrava 8/8. No fim, a vitória americana teve parciais de 4/6, 6/4 e 10/8.

– O Brasil esperava/torcia por uma final caseira, com os dois mineiros, mas acabar sem ver nenhum na decisão. Na primeira semifinal do domingo, Marcelo Melo e Ivan Dodig foram eliminados por Fernando Verdasco e David Marrero: 7/6(10) e 7/5. Não é injustiça dizer que, entre as oito duplas do ATP Finals, brasileiro e croata foram a surpresa mais agradável em 2013.

– O francês Patrick Mouratoglou tuitou um bocado durante Federer x Nadal – e sempre dizendo que táticas o suíço deveria usar. Será que técnico de Serena Williams está procurando um novo emprego? Minha amiga Sheila Vieira acha que ele só quer um bico na TV. Ainda assim, fico com três perguntas na cabeça. 1) O que Serena planeja para 2014? 2) Por que Mouratoglou só escreveu sobre as táticas de Federer, deixando de lado a estratégia adotada por Nadal? 3) O que aconteceria se suíço e francês formassem parceria?

– É bem provável que daqui a 50 anos (ainda) considerem Federer x Nadal a maior rivalidade da história do tênis. Se não em número de confrontos, por todos os contrastes – de jogo e de personalidades – envolvidos em duelos que valeram tanto em tantas oportunidades. Nunca fui um dos “teóricos do apocalipse” e jamais estive no time que ocasionalmente dá Federer por acabado (algo que acontece de tempos em tempos desde 2008), mas, ao ver o suíço ser derrotado em uma quadra dura e indoor em Londres, não deixo de pensar que os melhores dias da rivalidade já se foram. Federer ainda é capaz de fazer belas apresentações, como a de Cincinnati, mas Nadal é, hoje, um tenista mais consistente e com muito mais recursos do que lá atrás, em 2006 e 2007. As quatro vitórias nos quatro duelos deste ano (ainda que Federer estivesse lesionado em um deles, em Indian Wells), com apenas um set perdido, são uma evidência clara e inegável disto.

Sem ir na toalha (para ler em até 25 segundos):

Bellucci_Bogota_div_blog– Na final do Challenger de Bogotá, Bellucci, que vinha de nove vitórias seguidas (inclusive o título do Challenger de Montevidéu), abandonou por causa de dores no abdômen. O dominicano Victor Estrella vencia por 6/2 e 3/0 no momento. Em texto enviado por sua assessoria, Bellucci conta que sentiu uma fisgada no último game da semifinal, contra Alejandro Falla. O paulista, que deve reassumir o posto de número 1 do Brasil, volta ao país para avaliar o grau da lesão e não disputa o Challenger de Lima, que começa nesta segunda-feira.

– Vale lembrar também da ótima campanha de Guilherme Clezar, que parou nas semifinais em Bogotá. O gaúcho, treinado pelo capitão João Zwetsch, disputará agora o Challenger Finals, em São Paulo. Ele entra como convidado porque tem sua carreira agenciada pela Koch Tavares, promotora do evento (e também, claro, porque Bellucci trocou a Koch pela IMX no meio desta temporada). Atual número 181 do mundo, Clezar ocupará o melhor ranking da carreira nesta semana. Seu ranking deve ficar perto do número 160.

– Tiago Fernandes não passou da primeira rodada no qualifying no Challenger de Yokohama, no Japão. Ele foi derrotado pelo taiwanês Tsung-Hua Yang (outro ex-tenista de Larri Passos). É o terceiro quali seguido que Fernandes não consegue furar. Nas semanas anteriores, tombou na segunda rodada em Seul e na estreia em Yeongwoi (ambos na Coreia do Sul). O próximo evento é o Challenger de Toyota, no país do Doutor Gori, aquele que foi dublado no Brasil pelo Seu Madruga (se não sabia, clique e escute).

– Ricardo Hocevar conquistou o título do Future de Itajubá ao derrotar Wilson Leite na final por 6/3 e 6/1. Mais impressionante do que Hocevar vencer um Future (ele tem jogo para mais), é notar que a final deste domingo encerrou uma sequência de 14 vitórias de Leite. Antes de ir a Itajubá, o carioca foi campeão dos Futures de Belém e Porto Alegre. Pelo caminho, venceu adversários de respeito, como Fernando Romboli e Caio Zampieri (duas vezes).


Dupla história de sucesso
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Alexandre Cossenza

Seis jogos, cinco vitórias e dois tenistas classificados para as semifinais. É ótima assim a participação brasileira no ATP Finals deste ano. Marcelo Melo e Ivan Dodig venceram todos seus jogos, incluindo a estreia contra Bob e Mike Bryan, enquanto Bruno Soares e Alexander Peya foram derrotados em sua primeira partida, contra Paes e Stepanek, mas conquistaram dois triunfos na sequência e também conquistaram o direito de brigar por uma vaga na decisão.

Falar sobre o bom momento dos mineiros é um tanto redundante. Bruno Soares é o número 3 do mundo, e Marcelo, o 5. Resultado do que ambos fizeram nas últimas 52 semanas. Não é pouca coisa. No entanto, pouco se fala sobre seus parceiros, que são igualmente responsáveis pelo sucesso. E as histórias dos times, bastante distintas, são igualmente curiosas. Antes das semifinais, vale lembrar como nasceram as parcerias e o porquê de seus excelentes resultados.

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Melo e Dodig se uniram em fevereiro do ano passado, no ATP 500 de Memphis. Por uma dessas coincidências, os parceiros de ambos desistiram pouco antes do torneio. Brasileiro e croata, então, jogaram juntos pela primeira vez e alcançaram a final. Era só um indício do que potencial do time.

Dodig talvez seja o tenista mais subestimado em Londres. E quando digo subestimado, não é que não lhe deem valor. Falo da relação reconhecimento-resultado-talento. Falo de alguém que passou grandes apertos financeiros e chegou, sem badalação, ao top 30. E hoje, número 6 do mundo em duplas e 33 em simples, o croata de 28 anos é provavelmente quem melhor joga do fundo de quadra entre os 16 duplistas do ATP Finals (grupo que inclui também os “simplistas” Fernando Verdasco e Radek Stepanek).

Combine o fundo de quadra sólido, os bons saques e ótimas devoluções de Dodig com o tamanho de Marcelo Melo (com todos seus méritos técnicos, claro), e o resultado é, por enquanto, uma vaga nas semis do ATP Finals.

“Para mim, foi muito engraçado. Quando começamos a jogar, eu não sabia como ele jogava. Eu estava só fazendo meu jogo. Logo descobri que se eu acertasse meu saque, esse cara iria cobrir a rede inteira. Eu não preciso fazer tanto. Ele é ótimo, combinamos bem”, disse Dodig, sobre o início da parceria com Marcelo Melo, ao ATP World Tour Uncovered, em outubro (veja aqui).

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O caso de Alexander Peya é um pouco diferente. O austríaco não é um fenomenal sacador nem devolvedor. Aliás, Peya não é fenomenal em nada. Ele é o parceiro que nós, brasileiros, amamos odiar e culpar nas derrotas (experimente, leitor, acompanhar o Twitter em dias de jogo). Contudo, o tenista de 33 anos tem um jogo sem buracos, sem um ponto fraco evidente. Peya faz tudo muito, muito bem, e Bruno Soares sabe disso.

Sempre soube, aliás. E o maior mérito do brasileiro pelo sucesso da parceria talvez seja fora de quadra, como olheiro. Partiu de Soares a iniciativa de formar um time com Peya, que era sua primeira opção desde o término da parceria com Marcelo Melo, em 2011. O austríaco, no entanto, tinha compromisso com o compatriota Oliver Marach no começo de 2012, e só veio a formar parceria fixa com o mineiro no segundo semestre.

“Ele é completo. Ele saca bem, devolve bem, voleia bem, se mexe bem, tem uma boa segunda bola, acho que a gente encaixa no aspecto de ser uma dupla sólida, com todos os pontos bons. A gente não tem nenhum buraco aparente. A gente vai perder o saque um pouco mais que grandes sacadores, como Max Mirnyi e Daniel Nestor, então é importante ter essa força quando a gente devolve. Poder ter a tranquilidade para sacar e, caso perca o saque, saber que, a qualquer momento, a gente pode quebrar os caras também”, avaliou, em bate-papo comigo, um pouco antes do início desta temporada.

Sem ir na toalha (para ler em até 25 segundos):

– Nas semifinais, Ivan Dodig e Marcelo melo vão enfrentar os espanhóis Fernando Verdasco e David Marrero, enquanto Bruno Soares e Alexander Peya ainda não sabem quem vão enfrentar (escrevo o post às 14h de Brasília). Seus adversários serão os irmãos gêmeos americanos Bob e Mike Bryan ou os poloneses Mariusz Fyrstenberg e Marcin Matkowski.


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