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Arquivo : carballés baena

Rio, dia 1: Três jogos, três zebras e uma homenagem (quase) sem público
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Alexandre Cossenza

A edição de 2017 do Rio Open começou com uma programação que pouco empolgava na quadra central, mas que acabou com resultados interessantes. Nas três partidas marcadas para a maior arena do complexo, o azarão venceu. O primeiro deles foi o wild card Casper Ruud. Em seguida, o qualifier Arthur De Greef. Por último, o também qualifier Robert Carballés Baena.

As maiores atrações, no entanto, foram guardadas para a terça-feira. Tanto Kei Nishikori quanto Dominic Thiem, os dois principais cabeças de chave, vão estrear na segunda jornada. O mesmo vale para os brasileiros Thomaz Bellucci e Tiago Monteiro, que também estarão na quadra central. Até lá, no entanto, deixo com vocês o resumão do primeiro dia.

Rogerinho derrotado

O dia começou com uma derrota brasileira. Rogério Dutra Silva tombou diante do adolescente norueguês Casper Ruud (o rapaz da foto no alto do post), de 18 anos, atual número 208 do mundo: 6/3 e 6/4. Não foi um dia em que as coisas deram certo para Rogerinho, que não conseguiu sair de uma postura defensiva durante a maior parte do tempo no saque o adversário. Ruud, que entrou na chave graças a um convite da organização, esteve bem no serviço o tempo inteiro e deu pouquíssimas chances.

Após o jogo, Rogerinho disse que nunca se sentiu cômodo em quadra e que, sempre que achava que ia “entrar” no jogo, algo acontecia a favor do oponente. De fato, Ruud foi quase sempre preciso nos pontos importantes. Quando não foi, contou com uma pitada de sorte. E assim o convidado do torneio, agenciado pela IMG, avançou para a segunda rodada.

O campeão que perde 500 pontos

Pablo Cuevas foi a decepção do dia. Não só pelo resultado – porque o qualifier Arthur De Greef, #138 – mas pela atuação. O uruguaio, campeão dos dois ATPs brasileiros em 2016, esteve errático e vacilante em momentos importantes. Até parecia o tenista mais sólido em quadra no início do terceiro set, mas foi dando cada vez mais chances ao belga com o passar do tempo.

O game final foi uma síntese do que Cuevas mostrou em todo jogo. Abriu 40/15, cometeu uma dupla falta no 40/30 e perdeu um ponto fácil junto à rede quando teve mais um game point para forçar o tie-break. De Greef errou menos quando importava mais e terminou vitorioso por 6/3, 3/6 e 7/5.

A homenagem para quase ninguém

No meio da sessão noturna, o Rio Open manteve sua tradição de homenagear grandes nomes da história do tênis brasileiro. Nesta segunda, talvez para compensar a ausência do torneio feminino (até ano passado, o evento tinha um torneio da série International da WTA), o torneio prestou homenagens a Andrea Vieira, Gisele Miró, Patrícia Medrado e Teliana Pereira.

A lamentar, apenas, o minúsculo público que estava em quadra durante a pequena cerimônia. Não que a quadra central estivesse lotada para o jogo de Pablo Cuevas e Arthur De Greef, mas quando a homenagem começou, muitos espectadores que saíram (para banheiro, comida, etc.) ainda não haviam retornado à arena. Uma pena que tenha sido assim. Talvez tivesse sido uma ideia mais interessante fazer a homenagem na terça-feira, quando jogam Nishikori, Thiem, Bellucci e Tipsarevic. Certamente haveria mais gente nas arquibancadas.

A ressaltar: Niege Dias e Claudia Monteiro estavam na lista de homenageadas, mas não compareceram. Todas as cinco foram top 100.

Sousa também dá adeus

Se havia pouca gente na Quadra Gustavo Kuerten durante a homenagem, havia menos ainda quando João Sousa e Roberto Carballés Baena entraram para o último jogo do dia, pouco antes de 22h. E os bravos gatos pingados que nem foram recompensados com um belo jogo. Sousa, o mais cotado, jogou bem abaixo de seu melhor tênis e foi abatido por 6/3 e 6/1.

Kei Nishikori cansado

O japonês chegou hoje ao Rio – jogou e perdeu a final do ATP 250 de Buenos Aires no domingo) – e foi praticamente direto para a sala de entrevistas coletivas. Em seu inglês limitado, Nishikori afirmou que talvez vá curtir o carnaval se ganhar. O japonês admitiu que está cansado, mas falou que está “fisicamente okay”. Resta saber se será o bastante para entrar em quadra e confirmar seu favoritismo contra Thomaz Bellucci, que está descansado e mais adaptado à quadra central.

Nishikori também afirmou que será uma partida difícil. “Ele é um grande jogador no saibro, especialmente aqui eu sua cidade natal [na verdade, Bellucci é paulista]. Definitivamente, é um jogo duro. Jogamos na França a última vez e foi uma boa batalha. Estou esperando uma batalha dura desta vez.”

Dominic Thiem em cima da hora

Thiem nem foi tão longe assim no ATP 500 de Roterdã, na semana passada (caiu nas quartas diante de Herbert), mas também chegou ao Rio em cima da hora. O austríaco chegou falando da mudança de fuso horário e de piso (Roterdã foi em quadra dura), mas afirmou mais uma vez o quanto gosta de jogar no saibro. Ele enfatizou, inclusive, que se é para jogar em condições extremas como no Rio, quente e úmido, é melhor fazer isso na terra batida do que no piso sintético.

No dia 2

Pode muito bem ser o melhor dia de todo o torneio, com Thiago Monteiro, Kei Nishikori, Thomaz Bellucci, Dominic Thiem e Janko Tipsarevic na quadra central. Além disso, a Quadra 1 também é uma ótima opção, com Robredo x Fognini, Feijão x Carreño Busta e Ferrer x Dolgopolov. As duplas de Marcelo Melo e Bruno Soares ainda não estrearam e devem aparecer só na quarta.


Quadra 18: S02E03
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Alexandre Cossenza

Gravado na sala de entrevistas do Esporte Clube Pinheiros, o novo episódio do podcast Quadra 18 está no ar com tudo que aconteceu de mais interessante no Rio Open e no Brasil Open, os dois torneios mais importantes do país. Apresentado por mim ao lado de Sheila Vieira e Aliny Calejon (pela primeira vez, gravamos com os três na mesma sala), o programa tem participações especiais de Felipe Priante e João Victor Araripe, além de áudios de Rafael Nadal, Thomaz Bellucci, Bruno Soares, Marcelo Melo e Thiago Monteiro.

Falamos da impressionante ascensão de Thiago Monteiro, das zebras no Rio de Janeiro, da decepção que foi a passagem de Rafael Nadal pela América do Sul, da surpresa de Paula Gonçalves, da nova sede do torneio paulista, do misterioso problema físico de Thomaz Bellucci e da fantástica Francesca Schiavone, entre muitos outros assuntos.

Também contamos histórias de “bastidores”, falamos sobre o convívio na sala de imprensa e respondemos perguntas de ouvintes. Para ouvir, basta clicar no player acima. Se preferir, clique neste link com o botão direito e, depois, em “salvar como” para fazer o download do episódio e ouvi-lo mais tarde.

Os temas

0’00” – Alexandre Cossenza apresenta programa gravado no Pinheiros
2’25” – Impressões sobre o Rio Open
2’30” – “O que mais gostei foi John Isner”
3’30” – A decepcionante participação de Jo-Wilfried Tsonga
4’40” – As quedas de David Ferrer, Rafael Nadal e Jack Sock
7’05” – A inusitada desistência de Sock nas duplas
7’55” – A passagem de Nadal pela América do Sul
10’20” – Nadal explica sua derrota para Cuevas e fala do início de temporada
12’00” – Cuevas e o “melhor backhand de uma mão do circuito” segundo Guga
13’00” – A participação de Teliana Pereira no Rio Open
14’20” – A surpreendente campanha de Paula Gonçalves
15’55” – A derrota de Bia Haddad e o sucesso de Sorana Cirstea no Brasil
17’10” – A fantástica Francesca Schiavone e sua relação com o Brasil
19’40” – A lona do Rio Open
23’00” – Thomaz Bellucci vendendo pipoca no Rio de Janeiro
24’55” – Summer (Calvin Harris)
25’40” – Impressões sobre o Brasil Open no Esporte Clube Pinheiros
30’50” – Aliny avalia as campanhas de Melo e Soares em RJ e SP
32’20” – “O lado positivo é parar com o oba-boa que vinham fazendo”
33’48” – Bruno Soares avalia os resultados da dupla nos torneios brasileiros
35’09” – Bruno e Marcelo fala sobre a repercussão das derrotas na imprensa
37’10” – As preocupantes derrotas de Thomaz Bellucci
39’32” – Bellucci fala sobre seu problema físico e que seria outro tenista sem ele
42’21” – O momento de Feijão
44’00” – Thiago Monteiro, a grande estrela brasileira nas duas semanas
47’25” – Monteiro faz um balanço das duas semanas
49’00” – Cuevas, o “Rei do Brasil”
50’45” – A curiosa (e curta) passagem de Benoit Paire por São Paulo
52’05” – Os bolos da sala de imprensa do Brasil Open
53’30” – You Never Can Tell (Chuck Berry)
54’00” – “O que vocês levariam de SP para o Rio e do Rio para SP?”
58’05” – “O que os jogadores acharam da estrutura em SP?”
59’10” – “Qual a pessoa mais insuportável das salas de imprensa?”
71’50” – “Como foi a prestação de serviços dos dois torneios? Dá para comparar?”
72’50” – Cossenza critica o serviço prestado a idosos no Rio Open
75’07” – “Favor contar todas fofocas de bastidores”
69’20” – “Rio Open como Masters 1.000: sonho ou realidade?”
71’02” – “Acham que ano que vem vai ter lona no Rio Open?”
71’15” – “Thiago Monteiro já merece ser chamado para a Copa Davis?”
73’45” – “Thiago Monteiro tem condição de entrar no top 50?”
74’30” – Marcelo Melo faz uma declaração para Aliny Calejon

Créditos musicais

A faixa de abertura é chamada “Rock Funk Beast”, de longzijum. Em seguida, entram Summer (Calvin Harris) e You Never Can Tell (Chuck Berry). A faixa de encerramento é Pobre Paulista (Ira!).


O mistério de Bellucci e o convidado que não sabia o local da festa
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Alexandre Cossenza

Thomaz Bellucci não quer dizer do que se trata, mas também não sabe como solucionar. Mais uma vez, o físico deixou o número 1 do Brasil pelo caminho em um torneio. Desta vez, em um torneio bem acessível e, digamos, ganhável. Foi assim, de surpresa, que o paulista atual #35 do mundo caiu logo na estreia no Brasil Open. O post de hoje ainda cita a curiosa história de Benoit Paire, convidado do torneio que esperava jogar em quadra coberta, e registra mais uma campanha inédita na carreira de Thiago Monteiro.

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A zebra

Era para ser um dia rotineiro. Thomaz Bellucci jogando em São Paulo, com torcida a favor, na altitude que lhe é favorável (cerca de 800m) e diante do lucky loser espanhol Roberto Carballés Baena, #122 do mundo, adversário que não possuía armas para derrotá-lo. Era para ser uma vitória comum, sem destaque especial.

Era. E até parecia que seria assim até a metade do segundo set. Depois de fazer 6/2 com folga na primeira parcial, Bellucci abriu 2/0, quebrando o espanhol e mantendo a soberania em quadra. O paulista, no entanto, perdeu o saque no quarto game. Ainda assim, houve chances de sobra.

No 4/4, com o espanhol no saque, Bellucci teve quatro break points. Perdeu todos em erros não forçados – inclusive duas devoluções de segundo saque e uma curtinha na rede. No 4/5, o brasileiro abriu 40/15 e voltou a vacilar. Cometeu três erros, cedeu um set point e viu Carballés Baena fechar com uma direita vencedora.

O terceiro set foi drama puro, especialmente depois do quinto game, quando Bellucci pediu atendimento médico e tomou um comprimido – situação igual aconteceu no Rio, onde o #1 do Brasil não quis revelar a origem do problema. Desta vez, em São Paulo, Bellucci mal mostrava condições de seguir em quadra. Passou a encurtar pontos, forçando curtinhas e usando o saque-e-voleio.

Escapou de dois break points no sexto game, mas não no oitavo. E não mais ameaçou o rival, que fechou em 2/6, 6/4 e 6/3.

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O mistério

Na coletiva, Bellucci fez o mesmo que no Rio de Janeiro. Não disse especificamente qual é o problema nem detalhou seus sintomas. Desta vez, porém, deu algumas pistas, afirmando que foi uma questão parecida com a sofrida no Rio Open e revelando que ninguém encontrou a solução.

“Não é lesão, não. Fisicamente, eu não consigo manter a intensidade, tenho um peso muito grande no corpo, e no terceiro set comecei a sentir muita cãibra e foi isso que aconteceu. Não sei o que acontece. Estamos tentando achar uma solução para tentar manter uma intensidade razoável. Se eu consigo manter uma intensidade alta, jogando bem, como eu estava no primeiro set, de cinco a dez derrotas por ano talvez eu não teria. Meu jogo seria outro, meu ranking seria outro, minha atitude seria outra dentro de quadra, mas infelizmente eu não consigo manter a intensidade. Chega uma hora que não sei o que acontece. Não consigo jogar e meu nível de jogo cai de 100 para zero.”

Vale ressaltar que Bellucci apareceu para uma sala de entrevista coletiva com uma dúzia de jornalistas (pelo menos) e respondeu apenas quatro perguntas. O número foi pré-estabelecido pela mediadora, que é assessora de imprensa do torneio e, ao mesmo tempo, assessora de imprensa pessoal do tenista.

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O convidado que não sabia onde era a festa

Benoit Paire, #20 do mundo que pediu convite de última hora para disputar o Brasil Open, ficou pouco tempo no torneio. Pouco depois de Bellucci dar adeus, Paire foi eliminado pelo sérvio Dusan Lajovic por 6/0, 4/6 e 6/3.

A cena mais curiosa do dia foi protagonizada pelo francês. Logo depois da derrota, puxou uma cadeira, sentou e encostou a cabeça na pilastra bem em frente à sala de imprensa. Sua namorada estava por ali também.

A segunda cena mais intrigante do dia também envolveu Benoit Paire, que deixou o clube sem dar entrevista coletiva. A assessora da ATP, então, telefonou para o tenista e colocou seu celular na mesa de entrevistas coletivas. Assim, uma meia dúzia de profissionais conseguiu fazer perguntas por viva-voz.

A conversa com a pequena foto de Paire na telinha do celular, é preciso admitir, foi menos interessante. Primeiro porque o convidado do torneio revelou não saber onde seria o Brasil Open. O francês acreditava que o evento ainda era disputado em quadra coberta, no Ibirapuera, como em 2012, quando ele veio ao Brasil.

“Honestamente, eu não sabia que era um torneio outdoor. Quando eu vi que a partida seria outdoor, fiquei surpreso. Mas as condições eram boas. Eu gostava do torneio quando era indoor, no outro local (Ibirapuera), mas hoje o clube é bom, o ambiente é ótimo. Mas eu perdi hoje, então não fiquei feliz.”

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O #20 do mundo também disse que estava doente e lamentou a derrota porque gostou da chave em que estava. Sobre sua vinda de última hora, Paire disse que pediu o wild card porque não jogou bem no começo do ano.

“Perdi na primeira rodada na Austrália, na primeira em Roterdã e na primeira em Montpellier e por isso pedi um wild card. Eu precisava me preparar. Se eu não jogasse, teria três semanas livres até Indian Wells. Acho que foi uma boa escolha porque eu tinha chance de ganhar o torneio. Acho que se eu tivesse vencido hoje, poderia fazer semifinal ou final e estaria me sentindo cada vez melhor.”

Monteiro outra vez

Sem Bellucci, o último brasileiro vivo, pela segunda semana consecutiva, é Thiago Monteiro. O cearense de 21 anos, que derrotou Jo-Wilfried Tsonga e Nicolás Almagro, bateu nesta quinta-feira o espanhol Daniel Muñoz de la Nava (#72) por 4/6, 6/3 e 6/2.

Com o resultado, o atual número 278 do ranking alcança pela primeira vez na carreira as quartas de final de um torneio de nível ATP. Os pontos conquistados em São Paulo já colocam Monteiro com o melhor ranking da carreira, superando o 254º posto que alcançou na semana de 4 de novembro de 2013. Mesmo que perca na próxima rodada, o cearense ficará perto do 240º posto.

O obstáculo no caminho de Monteiro nas quartas será o uruguaio Pablo Cuevas, seu algoz no Rio de Janeiro. No torneio carioca, o cearense teve boas chances no primeiro set e chegou a abrir 4/2 no tie-break, mas não conseguiu manter a dianteira. O resto da história todo mundo sabe: Cuevas bateu Rafael Nadal, Guido Pella e conquistou o título do Rio Open.

Cabeças que já rolaram

Paire foi o sexto cabeça de chave a perder logo na estreia em São Paulo. Os únicos sobreviventes nas quartas de final são o uruguaio Pablo Cuevas, campeão do Rio Open, e o argentino Federico Delbonis. Os outros já eliminados são Albert Ramos Viñolas (5), Paolo Lorenzi (6), Nicolás Almagro (7) e Pablo Andújar (8).

As duplas

A chave de duplas do Brasil Open viu a estreia de Bruno Soares e Marcelo Melo, que bateram o espanhol Nicolás Almagro e o convidado local Eduardo Russi Assumpção por 6/1 e 6/3. Os mineiros, eliminados na semi no Rio de Janeiro, gostaram de seu rendimento – especialmente Bruno Soares, que tem um problema histórico com o tipo de bola usada no torneio carioca. Em São Paulo, o campeão do Australian Open se mostrou bem mais à vontade.

Quem também venceu foi André Sá, que quebrou o amargo jejum de 2016 e finalmente somou uma vitória na temporada (depois de seis derrotas). Ele o argentino Máximo González passaram pelos italianos Marco Cecchinato e Paolo Lorenzi por 7/6(4) e 6/1.


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