Saque e Voleio

Thiago Monteiro e a busca pela tranquilidade

Alexandre Cossenza

04/12/2017 09h41

Não foi um ano fácil para Thiago Monteiro. O cearense, que abriu 2017 como número 82 do mundo, encerra seu calendário na 124ª posição. Não que o ranking seja o único nem o melhor indicador de sucesso. Pela primeira vez na vida, o atual #3 do país montou um calendário cheio de ATPs. O impacto foi sentido. As vitórias foram mais raras. As derrotas de virada aconteceram com mais frequência do que o normal.

Não deu para Monteiro continuar no top 100. Ainda assim, quando conversamos em Ipanema, durante o Challenger do Rio de Janeiro, o cearense disse que foi um ano de aprendizado e de evolução. Ele acredita ter chegado a dezembro como um tenista bem melhor do que o que iniciou a temporada.

O que faltou, então, para melhores resultados? Ao longo do bate-papo, foi uma resposta recorrente do tenista: tranquilidade. Thiago queria muito e muito rápido. Cobrou-se demais, pressionou-se demais e acabou não correspondendo às próprias expectativas. A dor de algumas derrotas se arrastou mais do que o normal.

Menos mau que Thiago percebeu. Demorou, mas percebeu. E agora olha para 2018 buscando essa paz interior, essa tranquilidade que vai lhe permitir absorver melhor as derrotas e encarar cada novo torneio com otimismo e esperança renovada. A conversa inclui declarações sobre a partida investigada contra Alexandr Dolgopolov, a melhor vitória, a derrota mais doída… Leiam!

Foi uma temporada em que você começou como #82 e terminou como #128 do mundo. É claro que não se mede o sucesso de uma temporada só pelo ranking. Inclusive falei algo parecido com o Rogerinho, que começou #98, agora é #101, mas esteve ali entre os 60 e poucos… E você, como avalia 2017?

Foi uma temporada que eu me desenvolvi bastante. Joguei basicamente ATPs o ano inteiro. Um dos objetivos era terminar dentro do top 100 jogando só os ATPs. Chegou perto, mas acabou não acontecendo. Foi uma temporada em que eu consegui elevar bastante o meu nível técnico de tênis, só que acabei também em muitos momentos me cobrando demais, e acabou que não consegui competir da mesma forma que no ano passado, jogando menos tênis. Venho aprendendo bastante com isso. Foi a primeira vez que joguei as chaves dos quatro grand slams, joguei alguns Masters 1.000, fiz quartas aqui no Rio Open, então se olhar o balanço geral, eu tive uns resultados bem positivos, mas óbvio que eu esperava mais, gostaria de ter conquistado mais. Foi meu primeiro ano tentando me consolidar no tour, e agora tenho mais essa semana para tentar dar uma melhorada no ranking e tentar entrar com uma cabeça nova para o ano que vem.

Você falou sobre estar se cobrando demais… Se não me engano, nos últimos cinco anos, essa foi a única temporada em que você não ganhou três jogos seguidos até Santiago, na semana passada. Vem disso a pressão? Ou não é necessariamente de não ganhar?

Não necessariamente. Acho que é mais pelo fato de ter começado num certo ranking e aí querer já pensar muito na frente, querer conquistar resultados e jogos que acabaram escapando. Era sempre uma dúvida a mais na minha cabeça. Apesar de não ter tantas vitórias seguidas, eu tive vários jogos contra os melhores do mundo, e sempre ali no detalhe. Ganhava um set, acabava cedendo um pouco o jogo. Acho que era muito pelos momentos que eu, na hora de tentar desfrutar um pouco mais do jogo, de aproveitar mais o momento, eu estava mais me cobrando para querer mostrar resultado logo, subir rápido, e isso fez com que eu competisse bem, mas não da forma natural, como costumo competir. Acabou que não consegui render o que eu poderia render. Foi mais essa questão do que não ganhar jogos. Mas tenho conversado bastante com meu treinador, com minha equipe, e acho que isso é natural. É um processo que eu venho me adaptando e tentando o meu melhor para me consolidar. Eu acho tenho que tentar estar mais tranquilo, não me pressionar por certos resultados. É não pensar que vou jogar contra caras de ranking menor, e eu tenho obrigação de ganhar. Estou tentando mudar, saber que eu não tenho que mostrar nada para ninguém. Tenho que jogar meu tênis, ser feliz no que eu gosto de fazer.

Sobre essa questão de ficar à vontade, quase todo tenista diz que existe um processo natural quando se sobe de nível, que leva um tempinho para você se sentir confortável, seja pelo nível técnico, seja pelo ambiente diferente. E são coisinhas que acabam refletindo no tênis que você leva para a quadra. Você já está à vontade nos ATPs?

No fim do ano, eu já estava um pouco mais ambientado. Tanto na questão de torneios quanto na questão de logística. Os ATPs são completamente diferentes de Challengers, que são completamente diferentes de Futures. Na questão de treino, no começo era mais difícil (conseguir parceiros), depois a gente foi conhecendo melhor os jogadores. Normalmente, os treinadores é que conversam entre si e combinam os treinos. É mais difícil treinar com caras como Federer e Nadal… Isso é mais difícil.

Isso é até mais fácil no juvenil, né? Você bateu bola com os dois, né?

(risos) Bati bola com os dois. Eu bati bola com o Djokovic este ano! Ele ia jogar contra o Albert Ramos e aí consegui, por sorte. Ele estava sem treinador, o irmão dele estava procurando ali na hora, e aí coincidiu que o Duda (Matos, técnico de Monteiro) estava ali perto. O irmão dele me conhecia, já jogou Challenger aqui (no Rio) antes, e deu certo. Mas me senti melhor do meio para o fim do ano, depois que você começa a treinar mais com o pessoal que joga nesse nível, e fui me sentindo bem. (O que prejudicou) Foi mais a questão de me cobrar para querer me manter ali. Era algo que eu não queria perder, mas ao mesmo tempo tinha um pensamento que não ia me levar até onde eu queria estar. Foi algo que eu tive que ir me adaptando, que agora estou começando a lidar melhor. Infelizmente, foi quase an última semana do ano (risos)…

Faz parte do processo…

É. Um amadurecimento que, para o ano que vem, tenho certeza que vou estar de volta e conseguir melhores resultados.

Uma estatística que eu prestei muita atenção durante este ano foi seu histórico depois de vencer o primeiro set. São 16 vitórias e 14 derrotas. É um pouco mais de 50%, que é muito abaixo da média do circuito, que fica perto dos 80%, independentemente de ranking. Foi uma coisa que te incomodou na temporada, sair tantas vezes na frente e permitir viradas? Isso tem a ver essa pressão também?

Tem muito a ver com a cobrança, como eu te falei. Por exemplo, o jogo contra o Albert Ramos, em Bastad. Eu estava dominando bem o jogo, e em certo momento você tem a oportunidade de estar set e break para concretizar e fazer quartas (Ramos venceu por 3/6, 6/4 e 6/3). Pensava de uma forma que… Que não é errada, mas que não me levaria… Por exemplo, num break point você pensa que tem que meter a bola de qualquer jeito e não pode errar porque é sua única oportunidade. Isso atrapalha em alguns momentos do jogo, e isso aconteceu muito comigo. Na verdade, eu poderia ter um pensamento mais confiante, jogar com mais margem, ir para cima, mantendo a pegada, só que com mais segurança. É a mesma coisa, só que um te leva para a confiança, e o outro te prende. E nesses momentos eu sempre me sentia mais preso. Com o Evans, em Barcelona, a mesma coisa, apesar de ter sido um jogo bem (risos)… Bem atípico (Evans venceu por 6/7(4), 6/3 e 7/6(2)). Chegava esse momento, eu estava me apressando muito, achava que se perdesse aquela oportunidade, não ia ter outra, então… Isso acontecia muito por causa dessa minha cobrança pessoal mesmo.

Ansiedade também, né?

É. É querer concretizar, subir, ganhar, me manter. Isso que tem me pegado bastante. Em outros jogos, não. Teve mérito do adversário. Não é sempre que você ganha o primeiro set que você vai ganhar o jogo. É uma questão de estar mais tranquilo nesse momento mesmo e saber que o jogo é longo. Ainda mais nesse nível, que o jogo é altamente competitivo e ninguém te dá nada de graça. Ninguém perde simplesmente porque jogou mal e botou tudo para fora. Os caras sempre buscam uma maneira de voltar para o jogo, seja dando balão, seja dando slice, seja sendo mais agressivo. O Ramos, nesse jogo, passou a ser muito mais agressivo com o forehand. Ele entrou bancando o jogo, como ele gosta de fazer, com bastante regularidade, mexendo a bola, e eu estava sempre procurando mais. Quando ele passou a atacar mais, eu quis atacar mais ainda e comecei a errar as bolas, tive uma chance de break e não fiz, aí começa a ficar o jogo mais enrolado, e os caras são mais experientes nesse tipo de jogo.

Minha conversa com o Rogerinho foi uma hora atrás, e como também foi o primeiro ano dele jogando quase só ATPs, ele relata coisas muito parecidas. Ele, por exemplo, falou que a variação de intensidade é muito pequena. Que nesse nível a consistência é muito maior do começo ao fim do jogo. Você não tem margem para dar uma viajada e…

Sem dúvida! Mesmo quando o cara começa mal, quando ele se encontra no jogo, ele tem a disciplina de se manter firme o jogo inteiro. É o que é complicado. Quando eles conseguem se encontrar, a consistência é impressionante. Ramos, Carreño Busta… Esses caras são extremamente consistentes. Caras que não têm uma super bola, uma super direita, mas quando se encontram no jogo, botam as bolas a isso aqui (mostra distância mínima) da linha, e é o jogo inteiro assim, até acabar. Até você dizer chega (risos). É uma das coisas que eu tenho buscado no meu jogo também, só que para ter essa consistência você precisa estar tranquilo. Tem que chegar lá e fazer a bola como tem que ser feita, acelerar como tem que acelerar. No momento em que eles conseguem encontrar o jogo, eles não duvidam deles mesmos. Não ficam só passando bolinha. Eles vão lá e fazem porque têm a confiança que eles vão acertar. Isso, na cabeça deles, está muito enraizado. É isso que estou buscando fazer mais.

Em toda entrevista sua que eu vejo, você sempre diz que sabe o quanto precisa melhorar. No Rio Open, se não me engano, você falou da devolução. E agora, no fim do ano, você quer melhorar o que mais?

Hoje, eu estou me sentindo muito mais completo, jogando melhor tênis do que ano ano passado. Estou me sentindo jogando muito melhor, devolvendo bem melhor, com as esquerdas muito mais sólidas. Eu sinto isso. A questão de melhorar é óbvia. No tênis, até Nadal e Djokovic buscam melhorar. Para mim, é buscar ter mais recurso na questão de variações, de subidas à rede. Isso, sem dúvida, até para a quadra rápida, encorpa muito o jogo. Eu treino isso bastante, mas na hora de fazer, ainda não estou com essa confiança, essa naturalidade de chegar e fazer. Vou aprender errando, fazendo, só que na hora de fazer, às vezes ainda vou muito na segurança e quero ficar me mantendo ali no fundo. Tenho que melhorar essas questões e tentar buscar essa tranquilidade para o jogo. É essa tranquilidade, essa confiança, que vai me fazer, de fato, subir e chegar aonde eu quero chegar. Porque treinar… Vejo pouquíssimos jogadores treinando em questão de quantidade o mesmo que eu treino. Sempre busco treinar de tudo. Sem dúvidas, conseguir ter essa tranquilidade e por isso em prática nos jogos, ter a confiança de ir fazendo, fazendo até que um dia vou conseguir, de fato, ter isso no meu jogo. É uma das coisas que quero buscar.

Essa tranquilidade não é algo que vem com psicólogo ou algum trabalho especial, né? Você fala de algo que precisa ser natural no jogo.

Não. É de sentir mais… De não me pressionar e não querer eu mostrar o resultado para, sei lá, meu irmão ou minha equipe porque eles fazem coisas incríveis para mim e eu tenho que retribuir. Não é isso. É pensar que estou ali jogando e tenho que fazer o meu melhor e estar solto. Independentemente do que aconteça, eles vão continuar os mesmos, vão continuar me apoiando, e a gente vai continuar treinando e trabalhando. Não é uma oportunidade única. Tênis é cada semana uma oportunidade nova. Você soma 18 semanas, eu tenho 33 semanas para jogar, então você tem mais de 15 semanas para estar tranquilo. É muito isso que caras como o Benoit Paire, o Kyrgios, fazem. Você vê esses caras jogando, parece que tem jogos que o cara não está nem a fim de jogar, aí chega num Masters, o cara tá na semi. Tenho que buscar um pouco isso. Não ser igual a eles, mas tem um pouco disso.

É um desapego quase budista (brincando)…

(Risos) As coisas vão acontecer. Trabalhando da forma que a gente trabalha, com seriedade e disciplina e jogando no alto nível que eu venho jogando, a evolução vai vir, e os resultados vão aparecer.

Você tem uma vitória preferida e uma derrota mais doída este ano?

Vitória preferida…

A de Roland Garros, talvez, por ser a primeira num slam?

Foi uma vitória boa, mas foi uma vitória sofrida (risos – Monteiro derrotou o francês Alexandre Muller, #330, por 7/6(4), 2/6, 4/6, 7/6(3) e 6/0). Muito também por cobrança… Não podia perder… Acho que uma vitória que realmente eu desfrutei e fiquei feliz foi a de Wimbledon (sobre Andrew Whittington, #210, por 4/6, 6/3, 7/6(4) e 7/6(5)) porque acho que joguei muito bem lá. Até com o Khachanov tive algumas oportunidades, foi um jogo bem duro. Wimbledon é um torneio sensacional, um torneio que quero ir sempre, se tornou meu grand slam favorito, de longe. Eu me dei bem lá, surpreendentemente bem (risos), então quero voltar.

E a derrota?

E uma derrota doída… Fiquei muito tempo remoendo aquela derrota para o Daniel Evans (o britânico, #43, eliminou Monteiro na primeira rodada do ATP 500 de Barcelona por 6/7(4), 6/2 e 7/6(2)). Aquela me deixou um pouco triste, e é ruim porque muitos desses jogos… Eu venho aprendendo bastante com esses jogos, mas eles teoricamente não deveriam…

Afetar a semana seguinte?

É! Não deveriam machucar tanto e afetar uma outra semana e afetar dias de treinos depois. Isso que é o mais complicado. Os caras perdem e você vê, sei lá, o Dolgopolov e o Benoit Paire, e no outro dia eles estão de peito estufado no clube. Vão lá e treinam e jogam, fazem quartas de grand slam. Às vezes, comigo, acontecia de perder um jogo duro ou perder um jogo que eu tinha chance que não aproveitei, e aí eram dois dias, três dias mais deprimido para depois ir voltando. Aí, quando via, já tinha que jogar o quali da outra semana ou a chave. E isso vai te consumindo. Você vai sentindo mais as derrotas, então é ruim dizer que tem uma “derrota sofrida”, apesar de esse jogo foi um que me deixou bem chateado, mas é buscar lidar melhor com essas derrotas. Derrota sempre acontece. Eu vi uma vez uma entrevista do Kevin Anderson, que ele estava 10 ou 12 do mundo… Não desta vez. Uma antes, que ele estava 10 ou 12 do mundo, e a esposa dele falava sobre como era ser casada com um jogador de alto nível, e ela falava que não é fácil porque ele era 10 ou 12 do mundo, e toda semana ele perdia. Então é difícil, tênis é um esporte complicado. Faz parte do esporte.

Eu acho um ótimo sinal que você se importe tanto assim.

(risos de Monteiro)

Não, eu falo sério. Sendo otimista, é muito legal. Óbvio que agora você faz o ajuste de se acostumar com…

É, tem que ter um equilíbrio. Não pode ser o extremo de ficar depressivo três dias, mas no momento você fica bravo. Até a noite. No outro dia, é um novo dia. Você tem que estar lá, treinando de novo e se preparando para uma semana das 35 que são no ano.

Já que você falou do Dolgopolov, houve aquele episódio do jogo de vocês que acabou sendo investigado (Monteiro venceu por duplo 6/3, em Winston-Salem, uma partida em que houve uma movimentação atípica nas casas de apostas antes do jogo – o brasileiro era azarão, mas apostou-se muito dinheiro nele nas horas próximas ao início do confronto). Isso te pegou de surpresa?

Eu vi a matéria no outro dia. Na verdade, até o pessoal da TIU (Unidade de Integridade no Tênis) veio falar comigo, perguntando sobre o jogo. Na verdade, pra mim… Eu não percebi que ele chegou e entregou o jogo. Não sei o que aconteceu. Para mim, foi um jogo que eu me senti muito bem, saquei muito bem. Até foi a primeira coisa que eu comentei com o Duda depois do jogo. Comentei que eu saquei muito bem, com boa porcentagem de primeiro saque. E acho que não tive nenhum break point contra. Ele teve 0/30 duas ou três vezes no jogo, e sempre saí com dois aces, três aces, então não foi algo que ficou claro. Ele estava correndo normal, vinha com uns slices… Ele é chato de jogar, mas eu gosto de jogar com ele porque consigo cruzar bem essa bola com giro mais para a direita dele. Se joga na esquerda, você tá morto. Na esquerda, eu jogava duas três, ele vinha e… winner. Na direita, ele te dá mais tempo. Acho que ele não gosta de jogar tanto com quem gira para a direita dele. Usei essa estratégia com ele duas vezes. Uma em Gstaad, que era altura, era mais chato de jogar um pouco, mas também consegui ganhar. E nesse jogo (Winston-Salem), acho que joguei muito melhor do que em Gstaad. Para mim, foi um jogo normal.

E como ele é um cara, como você dizia, desapegado, é meio difícil de ler, né?

É! É difícil saber. É difícil saber se ele entregou o jogo, se não entregou o jogo. Daqui a pouco, você vê ele jogando do mesmo jeito e ganhando do Berdych no US Open. Até para quem assistiu ao jogo, não houve nada que ele deixasse explícito.

Mas te assustou ver tanta manchete de “jogo investigado” e tudo mais?

Na verdade, foi uma surpresa, mas eu não liguei (risos). Para mim, foi um jogo normal, eu não estava envolvido com nada e estava tranquilo. Até quando o pessoal da TIU falou comigo, eu falei o que estou falando para você aqui agora e, depois, mais nada.

O calendário para 2017 depende daqui (Monteiro ainda disputava o Challenger do Rio quando deu a entrevista) ?

Depende daqui, sim. Se eu ganhar, talvez dê para conseguir uma vaga no Australian Open. A gente vai esperar aqui e depois definir. Meu plano é ir para a Austrália, independentemente se for quali ou chave, mas aí depende as semanas anteriores. Se eu estiver na chave, tem a opção de jogar as duas semanas antes, seja um Challenger e um ATP. Se não, o quali e uma semana antes, que ainda não definimos qual vai ser. É mais ou menos o plano que a gente tem.

A pré-temporada vai ser mais apertada. Imagino que você não queria ter jogado em Santiago nem aqui no Rio…

É. O plano era acabar em Paris (risos).

Dá para fazer uma pré-temporada boa ainda?

Dá, dá! Sem dúvida! Tem até o lado positivo, que eu vou parar menos. Não vou perder tanto. E ainda vou ter três, quatro semanas até jogar o calendário do ano que vem.

E, de repente, encaixa uma pausa um pouco maior no ano que vem?

Sim, em algum momento depois. Acabando aqui, dá pra tirar uma semana (de folga) e ter dezembro todo aí pela frente.

Sobre o autor

Alexandre Cossenza é bacharel em direito e largou os tribunais para abraçar o jornalismo. Passou por redações grandes, cobre tênis profissionalmente há oito anos e também escreve sobre futebol. Já bateu bola com Nadal e Federer e acredita que é possível apreciar ambos em medidas iguais.
Contato: ac@cossenza.org

Sobre o blog

Se é sobre tênis, aparece aqui. Entrevistas, análises, curiosidades, crônicas e críticas. Às vezes fiscal, às vezes corneta, dependendo do dia, do assunto e de quem lê. Sempre crítico e autêntico, doa a quem doer.

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