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Saque e Voleio

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Quadra 18: S01E10

Alexandre Cossenza

21/07/2015 13h54

Uma atuação salvadora de Lleyton Hewitt e três pontos conquistados por Andy Murray foram só alguns dos destaques da Copa Davis em um fim de semana cheio de confrontos emocionantes que incluiu ainda a República Dominicana avançando no Zonal das Américas e a Espanha sendo derrotada lindamente diante de um time nada intimidante da Rússia em Vladivostok.

Sheila Vieira, Aliny Calejon e eu falamos sobre tudo isso e ainda analisamos as possibilidades do Brasil, que enfrentará a Croácia nos playoffs do Grupo Mundial, de 18 a 20 de setembro, em casa. Para ouvir é só clicar no botãozinho abaixo.

Quem preferir pode baixar o arquivo neste link ou assinar nosso feed e ouvir no iTunes. Nosso arquivo com todos os programas também está no Tumblr. E para enviar questões, críticas e sugestões, nosso canal preferido é o Twitter – incluam sempre a hashtag #Quadra18 – mas também aceitamos via e-mail e Facebook.

Os temas

Como de costume, segue abaixo a lista de assuntos abordados no programa, com o momento em que falamos sobre cada um dos temas. Quem preferir, pode avançar direto até o trecho que quiser ouvir primeiro.

1'18'' – Lleyton Hewitt resgata a Austrália na vitória de virada sobre o Cazaquistão
3'02'' – A imprevisibilidade dos jovens australianos Kyrgios, Tomic e Kokkinakis
9'40'' – "O time australiano pode ser a grande história esportiva do ano?"
10'30'' – "Hewitt é um típico jogador de Copa Davis?"
11'30'' – "O que falta para o Brasil ser um Cazaquistão, que está no Grupo Mundial há cinco anos consecutivos?"
14'20'' – Por que o Brasil não esteve tão longe de chegar às semifinais
15'00'' – A vitória da Grã-Bretanha de Andy Murray sobre a França
17'00'' – A estranha escalação de Tsonga para o jogo de duplas
18'10'' – O dramático quarto jogo entre Murray e Simon
20'15'' – O péssimo histórico dos franceses em jogos 4 e 5 de Copa Davis
22'10'' – Gasquet não deveria ter sido escalado?
24'00'' – "Qual a porcentagem de vitória quando um do Big Four decide disputar a Copa Davis desde a primeira rodada?"
24'20'' – As situações em que Federer, Nadal, Djokovic e Murray decidiram jogar a Davis desde o início do ano.
26'55'' – A vitória da Argentina sobre a Sérvia em Buenos Aires
29'20'' – O triunfo da Bélgica sobre a equipe capenga do Canadá
30'50'' – Palpites para as semifinais do Grupo Mundial
32'50'' – O tamanho do buraco da Espanha na segunda divisão
35'50'' – O casamento de Feliciano López marcado para a data da Copa Davis
36'10'' – Comentários sobre o casamento de Tomas Berdych, bufê liberado, vestidos de noiva, Kim Kardashian e roupas transparentes
38'10'' – Os vencedores dos Zonais e o brilho de Victor Estrella Burgos
39'00'' – Retrospecto das últimas participações brasileiras
39'55'' – Bruno Soares pergunta: "Vocês acham bom o atual formato da Davis?"
41'10'' – A proposta de uma "Copa do Mundo" do tênis de dois em dois anos
44'55'' – A possibilidade de jogos em melhor de três na Copa Davis
46'00'' – Bruno Soares pergunta: "Como encaixar melhor a Davis no calendário?"
49'35'' – "Quais os requisitos de jogar a Davis para estar nas Olimpíadas?"
51'15'' – "Qual a seleção mais copeira da Copa Davis?"
52'10'' – "Por que o SporTV não mostrou nenhum confronto?"
53'30'' – Brasil x Croácia: o que esperar?
60'50'' – Os outros confrontos dos playoffs

Créditos musicais

A faixa de abertura do podcast, chamada "Rock Funk Beast", é de longzijun. As demais faixas deste episódio são chamadas "Hang For Days" e "Game Set Match". As duas últimas fazem parte da audio library do YouTube.

Sobre o autor

Alexandre Cossenza é bacharel em direito e largou os tribunais para abraçar o jornalismo. Passou por redações grandes, cobre tênis profissionalmente há oito anos e também escreve sobre futebol. Já bateu bola com Nadal e Federer e acredita que é possível apreciar ambos em medidas iguais.
Contato: ac@cossenza.org

Sobre o blog

Se é sobre tênis, aparece aqui. Entrevistas, análises, curiosidades, crônicas e críticas. Às vezes fiscal, às vezes corneta, dependendo do dia, do assunto e de quem lê. Sempre crítico e autêntico, doa a quem doer.