Saque e Voleio

Arquivo : kontinen

Quadra 18: S03E05
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Alexandre Cossenza

Miami praticamente repetiu Indian Wells. Roger Federer voltou a levantar um troféu após derrubar Rafael Nadal, Nick Kyrgios deu mais espetáculos, Marcelo Melo e Lukasz Kubot somaram mais um resultado excelente, enquanto no torneio feminino Angelique Kerber ficou pelo caminho mais uma vez, Venus Williams voltou a ir longe e Caroline Wozniacki perdeu a terceira final consecutiva.

Neste novo episódio do podcast Quadra 18, Sheila Vieira, Aliny Calejon e eu falamos de tudo que envolveu Miami, inclusive o título de Johanna Konta, mas também abordamos as polêmicas nas transmissões de TV e as grandes mudanças que a Federação Internacional de Tênis vai implantar no circuito profissional a partir de 2019. Para ouvir, basta clicar no player abaixo. Se preferir baixar e ouvir depois, clique neste link e selecione “salvar como”.

Os temas

0’00” – Rock Funk Beast (longzijum)
0’17” – Aliny apresenta os temas
1’27” – Cossenza analisa o Federer x Nadal que decidiu o Masters de Miami
5’25” – A versão atual de Federer ganharia do Federer 2004-2007?
9’30” – Federer voltar só em RG mostra que ele não tem o #1 como prioridade?
12’45” – Qual o melhor jogo do ano até agora?
13’49” – O momento e a ascensão de Nick Kyrgios
17’00” – Nadal ainda joga muito atrás da linha de base contra Federer?
18’15” – Nadal já é favorito absoluto para Roland Garros?
19’35” – A janela de Nishikori e Dimitrov está fechando?
22’25” – Kyrgios precisa aumentar a % de pontos vencidos com a devolução?
23’30” – Qual o balanço após os primeiros Masters 1000 de Thiago Monteiro?
28’42 – Roll the Bones (Rush)
29’08” – A conquista de Marcelo Melo e Lukasz Kubot e a força da camisa
32’30” – Marcelo Melo criticou ou não Lukasz Kubot após o Rio Open?
37’00” – A repetição do duelo Melo/Kubot x Soares/Murray
39’23” – Henri Kontinen assume a liderança do ranking de duplas
41’10” – A diferença de pontuação entre Melo/Kubot e Dodig/Granollers
42’20” – O título de Johanna Konta e o WTA de Miami
43’30” – Os méritos e a falta de atrativos de Johanna Konta
46’10” – As mudanças e a polêmica sobre o que a ITF vai fazer com o circuito
52’56” – SporTV e Sony: críticas e elogios às transmissões de Miami


Quadra 18: S03E02
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Alexandre Cossenza

Roger Federer voltou a vencer um slam em cima de Rafael Nadal, Serena Williams voltou a derrotar a irmã Venus em uma decisão, e o tênis viveu um fim de semana dos mais memoráveis no Australian Open. Mas houve muito mais do que isso nas duas semanas do torneio. Djokovic, Murray e Kerber foram vítimas de zebras, Coco Vandeweghe finalmente surgiu como nome forte em um torneio grande, Mirjana Lucic-Baroni protagonizou a história mais feliz… É muito assunto!

Como sempre, Sheila Vieira, Aliny Calejon e eu nos reunimos para gravar mais uma edição do podcast Quadra 18. Comentamos tudo citado acima e um pouco mais. Falamos dos modelitos bonitos e feios, do noivo de Serena e até do poema de Melbourne! Para ouvir, basta clicar no player abaixo. Se preferir baixar para ouvir depois, é só clicar neste link com o botão direito do mouse e selecione “salvar como”.

Os temas

0’30” – Aliny Calejon apresenta os temas
2’30” – Roger Federer e a campanha até o título
9’15” – A decisão de Federer de abrir mão do 2º semestre de 2016
10’50” – O suíço se defendeu melhor neste Australian Open?
13’55” – O que faltou para Nadal na hora decisiva?
16’45” – O que a final significa para a rivalidade Federer x Nadal?
18’10” – O quão importante é a disputa por mais títulos de slam?
21’20” – Teremos mais finais “vintage” este ano ou foi uma exceção?
22’21” – Qual a importância de Ljubicic e Moyá no “retorno” de Federer e Nadal?
25’45” – Federer e Nadal vão continuar lutando por títulos de slams e Masters?
27’30” – Federer vai pular a temporada de saibro novamente?
29’35” – Nadal já pode ser considerado favorito para Roland Garros?
30’15” – Federer e Nadal teriam feito a final sem as derrotas de Djokovic e Murray?
31’04” – As zebras de Istomin e Zverev em cima de Djokovic e Murray
35’30” – Que zebras em outros slams são comparáveis a essas?
37’33” – O desfecho do AO será motivação extra para Djokovic e Murray?
38’40” – Dimitrov pode entrar na briga pelos slams?
41’18” – As surpresas e decepções do Australian Open
45’40” – O quanto a quadra mais rápida ajudou Federer no torneio?
47’51” – Quadras mais rápidas serão tendência no circuito?
49’48” – The Greatest (Sia)
50’34” – As campanhas das irmãs Williams
57’50” – Por que 18 > 23 na matemática tenística?
59’25” – O quanto o recorde de slams da Court deve ser relevante para Serena?
63’17” – E a campanha da Nike sobre Serena como maior de todos os tempos?
64’32” – Precisamos falar de Coco Vandeweghe
70’50” – A fantástica história de Mirjana Lucic-Baroni
73’25” – O que acontece com Angelique Kerber?
76’18” – Muguruza é tenista de um slam só?
77’48” – O noivo de Serena Williams e o Reddit
79’57” – High and Low (Two Vines)
80’30” – A campanha de Kontinen e Peers, campeões de duplas
84’35” – Qual o segredo de Kontinen e Peers?
85’45” – Os Bryans vão voltar a ganhar um slam?
87’05” – As campanhas dos brasileiros em Melbourne
89’35” – Marcelo Melo acertou na escolha de Kubot como parceiro?
92’45” – A campanha de André Sá e Leander Paes
94’25” – Como o título de Kontinen e Peers afeta a briga pela liderança do ranking
95’45” – Qual foi o GIF mais épico da Aliny no Australian Open?
97’40” – Mais reclamações sobre a camisa de Roger Federer
103’20”- O poema de Melbourne é eficaz ou contraproducente?


AO, dia 13: Serena, Venus e uma celebração de sucesso em família
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Alexandre Cossenza

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Foi mais do que uma final de Grand Slam, até porque a partida não foi tão especial nem equilibrada assim. Mas foi um evento, uma cerimônia, uma celebração de duas carreiras fantásticas na mesma família. Foi o especial retorno de Venus Williams a uma decisão, mas também foi o 23º Slam de Serena, a irmã mais nova, a maior vencedora de Slams da Era Aberta – e agora de forma isolada.

Neste sábado, a Rod Laver Arena foi um palco para Venus reverenciar a irmã pelo #23, mas também pela carreira.

A quadra central do Australian Open também foi cenário de um emocionado discurso de Serena, reverenciou igualmente a irmã, dizendo que não teria sequer vencido um Slam sem ela – muito menos 23. “Ela é minha inspiração, o único motivo pelo qual estou aqui hoje e pelo qual as irmãs Williams existem.”

Sobre a partida, levou algum tempo para que Serena se impusesse. Foram quatro quebras de saque nos quatro primeiros games. Daí em diante, Venus não teve mais nenhuma chance de quebra. A número 2 do mundo quebrou no sétimo game, tanto no primeiro quanto no segundo set. O placar final mostrou 6/4 e 6/4.

De volta ao topo + top 10

Com o título Serena volta a ocupar a liderança do ranking da WTA. Ela sai de Melbourne com 7.780 pontos, contra 7.115 de Angelique Kerber, campeã do Australian Open no ano passado e que começou a semana como #1.

O top 10 a partir de segunda-feira terá, além das duas, Karolina Pliskova como #3, no melhor ranking de sua carreira, seguida de Simona Halep, Dominika Cibulkova, Agnieszka Radwanska, Garbiñe Muguruza, Svetlana Kuznetsova, Madison Keys e Johanna Konta. Venus aparece na 11ª posição, logo à frente de Petra Kvitova.

O lugar na história

A conversa sobre quem é/foi a melhor tenista de todos os tempos volta à tona sempre que Serena vence um Slam. Não é diferente desta vez. Em números, ela fica atrás apenas da australiana Margaret Court, que ganhou 24 torneios desse nível de 1960 até 1973.

Serena também é a maior campeã do Australian Open (sete troféus) e tem o maior número de vitórias (316) em Slams na Era Aberta – a partir de 1968.

Aos 35 anos, ela é ainda a mais velha a vencer um Slam na Era Aberta, a mais velha a chegar ao topo do ranking, e a dona do maior número (dez) de títulos de Slam na Era Aberta conquistados após completar 30 anos.

Além disso, a americana também é quem mais ganhou dinheiro em prêmios na carreira, com US$ 85,4 milhões, deixando muito longe atrás a segunda colocada – Maria Sharapova, com US$ 36,8 milhões.

O presente do #23

Michael Jordan, o #23 mais famoso do mundo e quase nunca contestado como o maior jogador de basquete da história, enviou, via ESPN, um presente especial.

Os campeões

Na chave de duplas masculinas, não foi desta vez que Bob e Mike Bryan voltaram a levantar um troféu de Slam. Os gêmeos americanos foram derrotados por Henri Kontinen e John Peers por 7/5 e 7/5.

Finlandês e australiano, aliás, nunca perderam para os Bryans. O jogo deste sábado marcou sua terceira vitória em três duelos. Em grande fase, Kontinen e Peers agora somam 16 vitórias nos últimos 17 jogos.

Os Bryans, que disputaram sua 30ª final de Slam, tentavam igualar o recorde do australiano John Newcombe, que conquistou 17 títulos de Slam nas duplas. Por enquanto, os americanos seguem empatados com Roy Emerson e Todd Woodbrigde, com 16 troféus.

P.S. Por causa de uma série de compromissos neste sábado, este post saiu mais curto do que eu desejava. Também estava nos planos um texto de prévia sobre a final masculina, mas a falta de tempo não me deixou fazer. Agradeço a compreensão. Volto depois de Federer x Nadal.


Quadra 18: S02E16
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Alexandre Cossenza

Andy Murray derrotou Novak Djokovic, conquistou o ATP Finals e termina o ano como número 1 do mundo. Nas duplas, Bruno Soares e Jamie Murray são a dupla número 1 da temporada. Após o torneio de fim de ano da ATP, Aliny Calejon, Sheila Vieira e eu batemos mais um papo no podcast Quadra 18 e falamos sobre simples e duplas, oferecendo respostas para várias perguntas de nossos ouvintes.

Djokovic continuará vulnerável? O #1 pesará muito para Murray? Federer e Nadal voltarão a brilhar em 2017? Raonic algum dia vai conquistar um Slam? Quais as chances de Bruno Soares também ser #1 no ranking individual de duplas? Quer saber o que a gente acha disso tudo? Para ouvir, basta clicar no player abaixo. Se preferir baixar e ouvir depois, clique com o botão direito do mouse neste link e selecione “salvar como”.

Os temas

0’00” – Rock Funk Beast (longzijum)
0’16” – Sheila Vieira apresenta os temas
1’40” – A importância dos nomes que Andy Murray derrubou no ATP Finals
2’15” – Como o grupo de Djokovic era mais fraco
5’06” – Qual o real peso do Lendl sobre as atuações do Murray?
7’04” – Nole mostrou uma atitude melhor na fase de grupos e na semifinal?
9’42” – Devemos nos acostumar com o Djokovic vulnerável do 2º semestre?
11’02” – Meligeni e a história do “guru” de Djokovic que abraçava árvores
12’05” – Hábitos esportivos da Sheila e comentários aleatórios sobre quadribol
14’06” – Na briga pelo #1, Djokovic x Murray finalmente será uma rivalidade?
14’58” – Federer e Nadal vão voltar a brigar em 2017? E o tal implante de Nadal?
16’02” – Murray vai ter cabeça para seguir no topo?
17’17” – Raonic como #3 e Wawrinka como #4
18’50” – Raonic vai ficar sempre no quase ou vai além disso?
19’51” – Será que agora os fãs de tênis vão finalmente respeitar Raonic?
21’40” – Black Hole Sun (Ramin Djawadi)
22’05” – O título de Kontinen e Peers e o número 1 de Bruno e Jamie
23’15” – Como o jovem Henri Kontinen subiu meteoricamente no circuito de duplas
27’04” – Quais as chances de Bruno ser #1 no ranking individual de duplas?
27’48” – É mais importante ser o maior duplista ou estar na melhor dupla?
28’40” – Dodig e Melo: a campanha no Finals e o resumo dos 5 anos de parceira
31’28” – IPTL: o que esperar?


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